Jean

Jean

03-01-2022

20:53

Thread com dicas práticas que me levaram à aprovação na DPE/RJ (pt. 01): 👇

1º LEI “SECA”: Em primeiro lugar, o mais importante. A 1ª fase é majoritariamente lei seca, então deve ser parte significativa da preparação. O melhor material do mercado é a Legislação Destacada (não gostei do “caderno de lei seca”), especialmente porque condensa a lei com +

1º LEI “SECA”: destaques, quadros esquemáticos, súmulas, jurisprudência e enunciados. Enfim, é um material completo. A 1ª leitura fazia uma meta/dia (com grifos e anotações, algumas metas demorou mais de um dia), depois da 2ª ou 3ª leitura fica fluído, então fazia 2 metas/dia.

1º LEI “SECA”: Li dez vezes as metas de Magis e dedicava 2:30/3:30hrs/dia (às vezes mais), exceto sáb e dom. Na penúltima semana, era LD em um turno (4/5hrs) e revisão no outro. Na última semana, só LD (umas 4/5 metas por dia), exceto no penúltimo e último dia (revisão).

2º JURISPRUDÊNCIA: O segundo ponto fundamental. O VadeMecum do @dizerodireito dispensa comentários, eu usava a versão em espiral (melhor de manusear). Estudei “capa a capa”(20/30 pgs por dia), exceto matérias federais. Enquanto estudava o vade, imprimi os infs. comentados +

2º JURISPRUDÊNCIA: posteriores à edição para estudar um/dia concomitantemente, até ficar “em dia”. Nos últimos meses, imprimia e estudava os infos do próprio STF/STJ, especialmente porque as bancas cobram a exata redação da tese, acórdão ou voto, de modo que era mais producente.

3º QUESTÕES: Eu usava o QC e gostava, especialmente pelos comentários dos colegas. Resolvia 50 questões por dia (com o filtro “não resolvidas” DP, MP e Juiz, do ano mais recente para o anterior) no primeiro ciclo de estudo (50min) e 120 qts no sábado (simulado geral), sempre no +

3º QUESTÕES: esquema de gerar um simulado de uma disciplina na noite anterior (ao finalizar os estudos). No começo eu me lascava com esse tempo absurdo (1min/questão), mas foi essencial pra eu responder DPERJ em tempo hábil (prova extensa e tempo curto, comum na FGV). Porém, +

3º QUESTÕES: talvez o ponto fulcral seja ter corrigido TODAS as questões que eu respondia errado, gerando uma “Rodada de Erros” no domingo para estudar na segunda.Como fazia? Filtrava as questões erradas do simulado, aí abria os melhores comentários (no começo eu escolhia e +

3º QUESTÕES: colocava as melhores em “anotações”, dps passei a só deixar as mais curtidas e ignorar as que não agregavam). Como o QC não permite imprimir, salvava em html (botão direito do mouse) e depois convertia em pdf (htmlto2, etc). Ai imprimia um simulado com respostas e +

3º QUESTÕES: dicas de todos os meus erros. Com isso, nunca fazia uma questão mais de uma vez. PS: Foi nessas que eu fixei a teoria do JORGE MIRANDA sobre os limites do PCO e que justamente caiu na Banca III DPERJ (CF nova pode extinguir a DP?), entre inúmeras coisas importantes.

4º REVISÃO: Se você não for o Sheldon Cooper, obrigatoriamente precisa revisar. Estudar PARA CONCURSOS DE MEMBRO sem revisar é perda de tempo, e falo por experiência própria (antes de mar/20, desde fev/2019 (colação de grau), “estudava” só pelos “cadernos sistematizados” des+

4º REVISÃO: cumprindo tudo o que falei, ignorando revisão, lei seca, questões e jurisprudência). Pois bem, depois de março/20 (quando comprei meus livros), eu revisava absolutamente tudo o que estudava. Para tanto, usava o app “PartiuRevisar” para gerenciar as revisões em um +

4º REVISÃO: ciclo de 1-7-15-30-30-30-60 “ad infinitum”. No começo, a revisão tomava 1 a 2 horas por dia. No final, era basicamente revisar / fazer um estudo ativo e LD, adicionando uma ou outra coisa (resumos QC, infs, rodada Emagis, etc). Eu marcava a revisão por páginas. +

4º REVISÃO: Por ex., na disciplina nomeava “Pasta A-Z ‘x’ / Livro ‘A’, e adicionava o que seria revisado: Dia 01 (pgs 400/422); (na pasta a-z separava cada “dia” por post-it), e assim por diante. Quando chegava o dia, o app me mostrava o que eu precisaria revisar. +

4º REVISÃO: Assim, ao encerrar os estudos à noite, já separava todo o material que precisaria revisar no dia seguinte. Para não ficar maçante as revisões, meu estudo de cada ponto variava entre 30/50 pgs (fazia dois a três pontos de livro por dia, no começo mais +

4º REVISÃO: porque não tinha muita revisão), já que, se eu fizesse mais, a revisão no outro dia ficaria impossível. Eventualmente eu me excedia e, então, tinha que dividir o ponto estudado em um mais de um dia para revisar/estudar de forma ativa adequadamente. +

4º REVISÃO: Ouvi dizer que esse app já não está mais disponível para baixar, mas penso que talvez haja algum parecido ainda online (não cheguei a pesquisar).

5º MÉTODO DE ESTUDO:Não fazia resumos, nem assistia videoaulas. Em alguns pontos mais difíceis eu fazia quadros esquemáticos / tabelas ou, ainda, anotações verticalizadas (colocando nos “Reforços Teóricos”). Como meu material base era material físico, utilizava grifos completos +

5º MÉTODO DE ESTUDO: das partes que considerava relevante. Ou seja, só lia completo uma primeira vez. Já na segunda revisão era só o grifo (frase inteira ou parágrafo). Se eu não conseguisse compreender o pensamento, lia completo o parágrafo anterior e assim por +

5º MÉTODO DE ESTUDO: diante, aperfeiçoando as marcações a cada revisão. Era assim para estudar os livros, a rodada de erros do QC, os informativos, as rodadas Emagis (que imprimia) e qualquer outro material. Fazia ciclos de 25 min (usando o Forest) e, depois, ciclos de 50 min. +

5º MÉTODO DE ESTUDO: No final do estudo “doutrinário ” pela manhã, adicionava o que havia estudado no “Partiu Revisar”). +

6º REFORÇOS TEÓRICOS: Talvez tão importante quanto à lei seca ou estudar o que errava. Tudo que eu tinha dificuldade, que era erro constante ou que eu não conseguia memorizar, colocava em uma pasta “a-z” para revisar (no máximo 10pgs por item de revisão). Artigos de lei impor+

6º REFORÇOS TEÓRICOS: tantes que eu não conseguia fixar, quadros esquemáticos valiosos do LD, bizus que via no QC, enfim, tudo que tinha alta probabilidade de cair e/ou que eu achava importante saber “na ponta da língua” colocava lá, inclusive pontos importantes de livros (cópia+

6º REFORÇOS TEÓRICOS: É importante ser um material compacto, quando eu fiz 1ª fase levei e revisei tudo (uma pasta A-Z cheia) durante a viagem, espera no aeroporto e hotel. +

7º BIBLIOGRAFIA: Basicamente, sinopses da @editjuspodivm . Segue a listinha (tem outros, mas esse é o “grosso”): Roteiros de Prova Oral: 15 questões todos os dias até finalizar; Livro Discursivas: 5 questões por dia, até finalizar; VadeMecum do @dizerodireito; +

7º BIBLIOGRAFIA: Civil e Empresarial: Sinopse; Processo Civil: LD e poucos itens do “Código Civil para Concursos – CPC comentado”, e algumas consultas (sem estudo) do Manual do Daniel Neves; Processo Coletivo: Sinopse e algumas consultas (sem estudo) do Manual do Daniel Neves; +

7º BIBLIOGRAFIA: Penal: Rogério Sanches, geral e parte especial; Leis Especiais, basta LD, algumas consultas sem estudo do Manual do Renato Brazilian; Processo Penal: Manual do Renato Brazilian, “quase capa a capa” e sinopses; LEP: Lei comentada do Sanches (capa a capa) +

7º BIBLIOGRAFIA: Constitucional: Livro do Bernardo Gonçalves, parte que fala sobre constitucionalismo, etc; Ações Constitucionais: Sinopse, capa a capa; Ambiental: Manual do Romeu Thomé, mas LD é mais importante; Eleitoral: Sinopse, mas LD é mais importante +

7º BIBLIOGRAFIA: Tributário: Resumos para concurso e depois o livro do Ricardo Alexandre; ECA: Sinopses; Consumidor: Direito do Consumidor à luz da jurisprudência +

8º CURSINHOS: Geralmente “Reta Final” não vale a pena e não recomendo, especialmente se for CESPE/FCC (banca própria depende, talvez seja interessante). A exceção fica pelo Emagis (fiz regular agosto/2020 até agosto 2021, +-) e foi o melhor custo-benefício, não só pelas +

8º CURSINHOS: objetivas, mas principalmente pelas discursivas e peças práticas, que são bem criativas e desafiadoras. A correção peca um pouco, mas é justificada pelo preço e compensada pelos casos/questões bem elaborados. Fiz CEI Magistratura Regular / MP Quadrimestral e +

8º CURSINHOS: achei mais do mesmo. Já o CEI DPERJ (fiz 1ª e 2ª fase, sem correção) foi essencial para as discursivas e oral. CICLOS MÉTODO foi essencial para a 2ª fase (não fiz 1ª), as questões, a correção e as dicas foram irretocáveis. No MEGE gosto dos simulados, são muito bem

8º CURSINHOS: feitos, material não gosto. +

9º CRONOGRAMA: Variava bastante, especialmente porque o foco muda entre as fases. Na 1ª fase, o tempo maior a ser dedicado vai ser lei seca. Na 2ª eu treinava mais a escrita, pensando e escrevendo estruturas padrões de temas com probabilidade de cair, +

9º CRONOGRAMA: com o máximo de “palavras-chave” possível para poder pontuar no espelho o quanto pudesse. Sempre estava com o VadeMecum na preparação da segunda fase, marcando e fazendo remissões recíprocas (fundamental porque o tempo é curto e citar artigo pontua sempre). Pra +

9º CRONOGRAMA: oral, o mais importante é TREINAR MUITO a fala. Como a 1ª fase tem algo mais fixo, fazia o seguinte: Manhã: 50 questões QC; Juris (até fechar o vade do @dizerodireito); Inf. (uma vez na semana); Correção simulado QC e rodada Emagis (uma vez na semana); +

9º CRONOGRAMA: Livro Oral (até fechar); Livro Discursivas (até fechar); Dois a três pontos de livros; Tarde: Revisões; Noite: 1 meta de LD +

10º TEMPO DE ESTUDO: Fazia uma média de 8 horas por dia, desde março de 2020 (+-), que só foi possível graças ao homeoffice (planejar trabalho p/ as horas mais “inúteis”). Tinha dias que fazia mais, tinha dias que fazia menos, mas esse era o tempo mais comum. Usava o Forest para+

10º TEMPO DE ESTUDO: controlar as sessões. No período de preparação, passei a acordar 4:30am todos os dias, menos domingo. O rendimento era MUITO superior, mas obviamente cobra um preço. Fazia exercícios físicos 40/50min por dia, por volta das 18h. Em relação às redes sociais, +

10º TEMPO DE ESTUDO: desativei Instagram e Facebook, enquanto o Twitter desinstalei e só entrava pra postar algo, sem olhar feed ou interagir. Não vou dizer que é incompatível com o estudo pra concurso, mas, para mim, o algoritmo vencia meu cérebro de primata e tive que parar. +

Por fim, registro que o que funcionou pra mim pode não funcionar pra você. Cada um tem a sua realidade, seu modo de aprender e deve adaptar aquilo que funciona para si.



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